Página Principal

A Voz do Amor

Culto Dominical

Jesus Cristo

Bíblia Sagrada

MIBE  História

Israel  História

Pedido de Oração

SEBE e CEBE

MIBE Multimídia

Agenda ADBR

Links Cristãos

 

Missão Boa Esperança

Seminário Evangélico Boa Esperança

MIBE na comunidade "Orkut"

 

Contato com o MIBE

Rua Conde de Rezende

nº. 310 Bento Ribeiro

Rio de Janeiro - RJ - Brasil

CEP: 21555-150

Telefax: (21) 3390-3110

E-Mail: mibe@mibe.com.br

 

Antonio Cruz

Internet Explorer©®

Melhor visualizado:

1024 x 768 pixels

ou 1280 x 1024 pixels

 

Copyright MIBE ©® 2008

Desde 03/10/1999 na Web

WebMail do MIBE  Hospedado por

WebMail   Hospedagem

 

  Israel - História

Israel- Promesa de Deus a Abraão

Reino de Israel: antigo reino hebreu que, no momento de sua maior extensão territorial, incluía o atual estado de Israel, parte da Jordânia e o sul da Síria. Começou sua existência com o Rei Saul, durante o século XI a.C., e alcançou o apogeu com seus sucessores, Davi e Salomão. Em 922 a.C., o país foi dividido em dois. O reino do norte, Israel, foi destruído pelos assírios em 722 a.C. O reino do sul, Judá, continuou a existir até o século VI a.C., quando foi conquistado pela Babilônia.

Ver Genealogia Bíblica.

No III milênio a.C., os cananeus estabeleceram-se em diversas cidades-estados, uma das quais foi Jericó. Sua localização transformou a Palestina em ponto de encontro de influências religiosas e culturais procedentes do Egito, da Síria, da Mesopotâmia e da Ásia Menor. Foi também o campo de batalha natural das grandes potências da região e esteve sob o domínio dos impérios vizinhos, como o Egito.

Clique nos mapas para ampliar.

Cortesia: "Sociedades Bíblicas Unidas"

Mundo antigo

Divisão das tribos   Reinos de Saul. Davi e Salomão.   Planta do Templo descrito no livro de Ezequiel

Reinos de Israel e Judá   Palestina nos tempos de Jesus   Jerusalém nos tempos de Jesus

A partir do século XIV a.C., quando o poder egípcio começou a declinar, apareceram os hebreus e os filisteus. Os israelitas, uma confederação de tribos hebréias, derrotaram os cananeus por volta do ano 1125 a.C. O Estado estabelecido pelos filisteus na costa meridional da Palestina foi derrotado por Davi, que estabeleceu um grande reino independente, que tinha Jerusalém como capital. Em 922 a.C., o reino foi dividido em dois: Israel, ao norte, e Judá, ao sul. Israel caiu diante a Assíria nos anos 722 e 721 a.C., e Judá foi conquistada pela Babilônia em 586 a.C. Exilados, os judeus puderam manter a sua identidade nacional e religiosa. Ciro o Grande, da Pérsia, que conquistou a Babilônia em 539 a.C., permitiu que eles regressassem para a sua terra. Sob o domínio persa, desfrutaram de considerável autonomia. Reconstruíram as muralhas de Jerusalém e codificaram a lei mosaica, a Torá. Alexandre o Grande, conquistou a região em 333 a.C. Tentou impor a cultura e religião helenísticas à população, mas os judeus rebelaram-se e organizaram um estado independente (141-63 a.C.), que perdurou até Pompeu conquistar a Palestina para Roma e transformá-la em uma província governada por judeus. Durante o reinado de Herodes o Grande (37-4 a.C.), nasceu Jesus Cristo. Explodiram duas revoltas judias contra o domínio romano. Após a segunda, a dura repressão romana provocou a dispersão dos judeus. A Judéia passou a chamar-se Palestina, que começou a receber uma atenção especial quando Constantino I legalizou o cristianismo em 313 d.C. Desde então, a Palestina, na qualidade de Terra Santa, transformou-se no centro das peregrinações cristãs. A maioria da população helenizou-se e cristianizou-se.

Em 638 d.C., os muçulmanos conquistaram Jerusalém. A maior parte dos palestinos adotaram a cultura árabe e islâmica. A Palestina sofreu desordens e a dominação sucessiva dos selêucidas, dos fatímidas, dos cruzados europeus e dos mamelucos. Os turcos otomanos governaram de 1517 a 1917. No século XIX, as potências européias, em busca de matérias-primas e mercados, e movidas também por interesses estratégicos, voltaram-se para o Oriente Próximo. A intensificação do anti-semitismo estimulou os judeus europeus a buscar refúgio em sua terra prometida, a Palestina. Alguns dirigentes palestinos reagiram alarmados à imigração e tornaram-se opositores ferrenhos do sionismo. Os britânicos expulsaram os turcos da Palestina. As organizações sionistas começaram a considerar a formação de um Estado judeu em toda a Palestina. Essa atitude provocou o repúdio dos palestinos, temerosos de ser expropriados de seus territórios. A emigração aumentou bruscamente com a chegada do regime nazista à Alemanha.

A luta pela Palestina foi retomada em 1945. Em 1947, finalmente os britânicos transferiram o problema para as Nações Unidas. Os palestinos superavam os judeus em número, mas esses estavam melhor preparados. Os palestinos recusaram-se a aceitar o plano da ONU que estabelecia a divisão da zona em dois Estados, um árabe e outro judeu.

O Estado de Israel foi formado em 1948. Cinco exércitos árabes atacaram imediatamente, mas foram derrotados pelas forças israelenses, e o novo Estado aumentou o seu território. A Jordânia tomou a margem oeste do rio Jordão e o Egito ocupou a faixa de Gaza. A guerra provocou o exílio de 780.000 palestinos, que se espalharam pelos países vizinhos. Em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias, Israel conquistou a Cisjordânia e a faixa de Gaza.

Em 1993, após décadas de conflitos violentos entre palestinos e israelenses, os seus dirigentes Yasser Arafat e Yitzhak Rabin firmaram o acordo de pacificação da região. O plano contemplava a autonomia da faixa de Gaza e Jericó. A administração palestina dessas áreas começou em maio de 1994. As atitudes intransigentes de extremistas judeus (por exemplo, assassinato de Yitzhak Rabin em 1995) e do grupo palestino Hamas põem em perigo os acordos do tratado de paz.

Israel: república do Oriente, fundada em 1948, situada na costa oriental do mar Mediterrâneo. Limita-se ao norte com o Líbano, a nordeste com a Síria, a leste com a Jordânia e a sudoeste com o Egito. Seu extremo mais meridional se estende até o golfo de Ácaba, uma extensão do mar Vermelho. Possui 21.946 km2, englobando a parte oriental da cidade de Jerusalém, a capital, anexada por Israel em 1967, após a Guerra dos Seis Dias, embora a maior parte da comunidade internacional não reconheça esta anexação.

Mapa 1947Mapa 1949Mapa 1967Mapa 1991Mapa 1996

Israel pode ser dividida em cinco grandes áreas: as montanhas da Galiléia, as planícies de Esdrelom, as colinas da Judéia e Samaria, as planícies costeiras e a região do Neguev. O rio mais importante é o Jordão, junto com o lago Tiberíades, também conhecido como o mar da Galiléia, o principal lago de água doce. O clima é subtropical, com chuvas que se concentram nos meses de inverno.Apesar de 83% dos habitantes ser de judeus, em Israel existe grande diversidade racial, étnica e cultural. Mais da metade dos judeus nasceram no país (chamados de sabras) entretanto seus antepassados imediatos provinham de mais de 100 países diferentes, falando cerca de 85 línguas ou dialetos. Os grupos mais importantes são os asquenazitas e os sefarditas. Em 1994, a população era de 5.460.900 habitantes, com uma densidade de 248 hab/ km2. Os não-judeus compunham 17% da população total, os muçulmanos são maioria, seguidos pelos cristãos e pelos Drusos. As cidades mais importantes tinham em 1992 a seguinte população: Jerusalém com 556.500 habitantes, compreendendo a cidade antiga, Tel Aviv com 356.900 habitantes e Haifa com 251.000 habitantes. O hebraico e o árabe são as línguas oficiais. Muitos falam inglês, ídiche, russo ou diversas línguas européias.

Israel é uma república composta por um parlamento. O estado não tem uma constituição escrita, mas um número de leis aprovadas pelo Parlamento (Knesset). O chefe de Estado é o presidente e seus poderes são extremamente limitados. O principal corpo executivo é um gabinete liderado pelo Primeiro-Ministro. O órgão legislativo é um sistema unicameral.

O déficit do Estado se deve aos investimentos na área bélica e à absorção de um elevado número de imigrantes. A moeda nacional é o novo shekel. A agricultura cobre, aproximadamente, três quartos das necessidades alimentícias da população, explora-se produtos para a exportação, sobretudo cítricos e ovos. As comunidades agrícolas se dividem segundo sua organização em três tipos: as comunidades coletivas (kibutz), os povos cooperativos (moshav) e as comunidades de pequenos proprietários (moshava). Os principais minerais são o potássio, bromo, magnésio e outros que extraídos dos depósitos de sal do mar Morto. Os principais produtos industriais são: alimentos, azeite de oliva, bebidas, tabaco, produtos químicos, derivados do petróleo e carvão, metalúrgicos e têxteis.

A história moderna de Israel começou quando Theodor Herzl iniciou o movimento sionista na Basiléia (Suíça) em 1897. O fundamento ideológico do Estado, da maior parte de seus partidos e instituições políticas e dos indivíduos que as estabeleceram, provém do movimento sionista, que adotou como objetivo principal criar "para o povo judeu uma pátria na Palestina, reforçada pelo direito público".

O apoio ao movimento sionista era dado sobretudo pelos judeus da Europa e dos Estados Unidos. Durante a I Guerra Mundial, (1914-1918), o movimento sionista conseguiu o apoio da Grã Bretanha, que por sua vez procurava o apoio do povo judeu na sua luta contra a Alemanha. O governo britânico manifestou suas intenções na Declaração de Balfour em 1917. Segundo esse documento, o governo britânico aprovaria o estabelecimento de uma pátria para o povo judeu na Palestina.

image 6 image 8 image 9 

Após a I Guerra Mundial, as cláusulas da Declaração Balfour, foram incluídas no Mandato da Palestina que tinha sido apoiado pela Sociedade das Nações em 1922. Durante o período do mandato britânico, grandes assentamentos de judeus foram registrados. A comunidade judaica, o Ishuv, multiplicou-se muito nesse período, principalmente na década de 1930, onde grande número de judeus fugiram das perseguições nazistas na Europa.

Após o Holocausto, os líderes sionistas intensificaram suas reivindicações para conseguir um regime de autogoverno e facilitar a imigração para a Palestina. Na Palestina, o Ishuv aderiu a essa postura tentando favorecer os imigrantes refugiados que vinham de uma Europa esfacelada pela guerra.

Em 1947, a Grã Bretanha decidiu abandonar a Palestina e recorreu à Organização das Nações Unidas (ONU). Como resposta, a ONU adotou um plano de Partição que previa a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um outro judeu, com Jerusalém como zona internacional sob sua jurisdição.

Na Palestina, os protestos árabes contra a partição explodiram com muita violência. No entanto, em 14 de maio de 1948, o Congresso Provisório do Estado proclamou o estabelecimento do Estado judeu na Palestina, que se chamaria Medinat Israel (Estado de Israel) e que estaria aberto para receber todos os judeus dispersos pelo mundo.

Os exércitos do Egito, Transjordânia (Jordânia desde janeiro de 1949), Síria, Líbano e Iraque uniram-se aos palestinos. O enfrentamento atingiu conotações internacionais. Durante a primeira guerra árabe-israelita, os árabes não puderam evitar a criação do Estado judeu e o conflito acabou com o armistício que a ONU orientou.

Os acordos previam uma extensão do território sob o controle de Israel, mais além dos limites estabelecidos pela divisão da ONU. Na faixa de Gaza, fronteira entre Egito e Israel, a ocupação egípcia foi mantida e a Jordânia se anexou à Cisjordânia.

Em 1949, o Conselho Provisório de Estado de Israel, convocou as eleições para eleger a primeira Knesset. Chaim Weizmann foi o primeiro presidente do país. O primeiro chefe de governo foi David Ben-Gurion.

Todas as tentativas para conseguir um tratado de paz permanente entre árabes e israelitas fracassaram. O Egito negou a permissão para que os barcos israelenses usassem o canal de Suez e bloqueou o estreito de Tiran (o acesso de Israel ao mar Vermelho), fato que Israel considerou como uma agressão. Os enfrentamentos fronteiriços com o Egito geraram a II Guerra Árabe-israelense.

A Grã Bretanha e a França aderiram ao ataque, por causa do atrito com o presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser, que tinha acabado de nacionalizar o canal de Suez. Israel obteve uma rápida vitória e conquistou a faixa de Gaza e a península do Sinai. Em fins desse mesmo ano, as tropas israelenses se retiraram do Egito, mas Israel se negou a abandonar Gaza até o início de 1957.

image 5 image 7 image 10 image 4

Após a Segunda Guerra Árabe-Israelense, a imagem do presidente egípcio Nasser fortaleceu-se em todo o mundo árabe, que testemunhou o crescimento de um ambiente nacionalista desejando a retaliação contra Israel. A formação de um comando militar unificado, que concentrou suas tropas nas fronteiras, fez com que Israel atacasse o Egito, a Jordânia e a Síria simultaneamente.

A Guerra dos Seis Dias acabou com a vitória de Israel. Após a Guerra, Israel se apossou da faixa de Gaza, da península do Sinai, a parte árabe de Jerusalém oriental, a Cisjordânia e as colinas de Golã. O governo uniu formalmente Jerusalém oriental e o setor judeu da cidade, poucos dias depois que a guerra acabou.

Após a guerra, houve um aumento no sentimento nacionalista palestino. Várias organizações guerrilheiras da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) cometeram atos terroristas com o objetivo de "libertar a Palestina". O grupo conseguiu o reconhecimento da ONU "único representante legítimo dos palestinos".

Em 1973, o Egito e a Síria se uniram durante a Guerra do Yom Kippur contra Israel para recuperar os territórios que tinham perdido em 1967. O exército de Israel venceu seus inimigos mas em troca as forças árabes obtiveram o apoio da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e da maior parte dos países em vias de desenvolvimento. Os estados árabes produtores de petróleo iniciaram o embargo das suas exportações de petróleo para os Estados Unidos e para outros estados ocidentais, como represália pela sua ajuda a Israel.

Henry Alfred Kissinger, negociou os acordos de paz. Em 1974, conseguiu a retirada militar de Israel e do Egito (península do Sinai), de Israel e da Síria (colinas de Golã).

À guerra do Yom Kippur, seguiram-se muitos distúrbios em Israel e constantes críticas aos seus dirigentes políticos. O descontentamento geral levou à demissão da primeira-ministra, Golda Meir, e de seu gabinete, em 1974. Ela foi substituída por Yitzhak Rabin, que foi incapaz de deter a inflação e a deterioração da economia. Nas eleições de 1977, Menahem Begin, o novo primeiro-ministro, liderou o movimento Likud, que era uma facção formada por grupos nacionalistas que se opunham a qualquer concessão territorial aos árabes.

Begin foi o primeiro dirigente de Israel que assinou um acordo de paz com um estado árabe. Isso foi o resultado de uma iniciativa surpresa do presidente do Egito, Anwar al-Sadat, que em 1977 dirigiu-se a Knesset e solicitou a Begin que se iniciassem as conversações de paz.

A anexação das colinas de Golã, ocorrida em 1981, dificultou as relações de Israel com os países que anteriormente o apoiavam. Apesar desses acontecimentos e das complicações acarretadas pelo assassinato de Anwar al-Sadat, Israel se retirou definitivamente da península do Sinai em abril de 1982. Dois meses mais tarde, Israel invadiu o Líbano com o objetivo de acabar com a OLP, que tinha ali muitas bases militares de onde realizava inúmeros ataques contra Israel. Em meados de agosto a OLP abandonou o Líbano. Em fins da década de 1980, o aparecimento da intifada e do governo de Israel, gerou críticas por parte dos Estados Unidos e da ONU.

Begin anunciou sua demissão como primeiro-ministro e chefe do Likud em 1983, sendo sucedido por Yitzhak Shamir. Nas eleições de 1984, os trabalhistas e o Likud formaram um governo de unidade nacional. Shimon Peres, líder do Partido Trabalhista, foi primeiro-ministro até 1986, ano em que Shamir assumiu novamente o cargo.

image 3 image 2 image 1

Os acontecimentos tomaram caminhos inesperados em 1993. O primeiro-ministro israelense, Rabin, e o presidente da OLP, Yasser Arafat, se reuniram na cidade de Washington e selaram um histórico tratado de paz. Israel permitiu a criação de um governo autônomo na faixa de Gaza e nas zonas da Cisjordânia, onde não existissem judeus. A faixa de Gaza ficou sob a autonomia das autoridades palestinas. Em julho de 1994, o primeiro-ministro Rabin e o rei Husayn da Jordânia assinaram um tratado de paz pondo fim a 46 anos de enfrentamentos entre ambos os estados.

O primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, foi assassinado em 1995 por um judeu pertencente a um grupo de extrema direita. Nas eleições celebradas em 1996 venceu o candidato direitista Benjamin Netanyahu.

Arafat e Yitzhak Rabin, primeiro-ministro israelense, firmaram um acordo de paz em 13 de setembro de 1993, que exigia de Israel e da OLP o reconhecimento mútuo e o início de um autogoverno palestino, na faixa de Gaza e na cidade cisjordana de Jericó. Em 1994, obteve junto com Shimon Peres e Yitzhak Rabin o Prêmio Nobel da Paz.

Desde 1968, a OLP é dirigida por Yasser Arafat, líder do Al Fatah. Durante uma reunião de cúpula árabe celebrada em Rabat (Marrocos), em 1974, a organização foi reconhecida como "a única representação legítima do povo palestino". Em 1988, proclamou na Argélia o Estado Independente da Palestina e reconheceu o Estado de Israel. Um ano depois, foi nomeado presidente, no exílio, do Estado da Palestina. Em setembro de 1993, Arafat e o primeiro-ministro israelense Isaac Rabin assinaram um histórico tratado de paz que abriu o caminho para a autonomia palestina dentro dos territórios ocupados por Israel. Em maio de 1994, foi formado o governo autônomo, a Autoridade Nacional Palestina, presidido também por Yasser Arafat.

Palestina: região histórica cuja extensão passou por grandes variações desde a antiguidade, situa-se na costa oriental do mar Mediterrâneo, a sudoeste da Ásia. Atualmente, é dividida em grande parte entre Israel, os territórios independentes palestinos da Cisjordânia e da faixa de Gaza e a Jordânia.

Em geral, a região divide-se em quatro zonas paralelas. São elas, de oeste para leste: a planície costeira; as colinas e montanhas da Galiléia, Samaria e Judéia; o vale do Jordão, que separa a Cisjordânia da Transjordânia; e o planalto oriental. No extremo sul, encontra-se o deserto acidentado Negev.

CisjordâniaCisjordânia: território do Oriente, situado a oeste do rio Jordão e ocupado  por Israel desde 1967. Quase toda sua população é de origem árabe-palestina. A Cisjordânia fez parte do mandato sobre a Palestina que a Sociedade das Nações outorgou à Grã Bretanha quando a Palestina foi dividida. A Jordânia ocupou a região em 1949 e, em 1967, foi conquistada por Israel durante a guerra dos Seis Dias. Em 1974, a Jordânia cedeu os direitos de negociação sobre o futuro dos territórios à Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Após várias décadas de violência entre árabes e israelenses, Yasser Arafat e Yitzhak Rabin assinaram, em 1993, um acordo que estabelecia uma autonomia palestina, limitada em princípio à faixa de Gaza e à cidade cisjordâniana de Jericó. Sua superfície é de 5.879  km2 e sua população é de 973.500 habitantes.

Oriente, região situada no sudoeste da Ásia e no nordeste da África, engloba coletivamente Chipre, Egito, Irã, Iraque, Fronteiras. Israel, Jordânia, Kuait, Líbano, Arábia Saudita, Síria, Turquia, Iêmen, Bahrein, Omã, Qatar e Emirados Árabes Unidos. Quando utilizado para designar uma suposta área cultural, cuja unidade baseia-se nas leis e nos costumes islâmicos, o termo Oriente abrange uma região bastante mais ampla, que se estende desde o Afeganistão e o Paquistão no leste até o Sudão e a Líbia.

Essa área divulgou idéias, invenções e instituições que afetaram os povos de todo o mundo. Por isso, é dita o berço da civilização. Os primeiros assentamentos humanos, cidades, governos, códigos de leis e alfabetos procedem do Oriente Próximo. Quatro das principais religiões do mundo — judaísmo, zoroastrismo, cristianismo e islamismo — surgiram nesta região.

Os primeiros Estados foram o Egito e a Suméria, que apareceram por volta do ano 3000 a.C. A Suméria foi conquistada por vários povos indo-europeus do norte e o resultado foi o nascimento do Império Babilônio. Por volta do ano 1000 a.C., novas ondas de invasores criaram novos reinos na Fenícia, em Israel e em outras áreas. No século VI a.C., os persas conquistaram todo o Oriente Próximo.

No início do século X, o Oriente Próximo foi invadido pelos turcos, que adotaram a fé e a cultura muçulmanas. O Império Otomano consolidou-se mediante a conquista de territórios bizantinos da Ásia e da Europa. A partir do século XVI, os grandes impérios muçulmanos entraram em decadência. Alguns governantes otomanos do século XIX tentaram ocidentalizar o seu exército e a sua administração.

Em 1882, o Egito caiu sob domínio britânico. Paralelamente, a Grã-Bretanha e a Rússia lutavam pelo controle do Irã. Depois da I Guerra Mundial, a França conquistou a Síria, enquanto a Palestina e o Iraque ficaram sob controle britânico. Durante as décadas de 1930 e 1940, a maioria dos países árabes tornaram-se independentes. Em 1948, os judeus declararam a independência de Israel. Os estados árabes atacaram o Estado recém-criado, mas não tiveram êxito e a maioria dosBairros em Jerusalém. habitantes árabes palestinos fugiu para outros países vizinhos. Quatro décadas mais tarde, e depois de muitas guerras, o problema palestino continuava sem solução. A partir da década de 1980, os conflitos foram em grande parte determinados pela proclamação da República Islâmica do Irã (1979), que impôs um regime de integração islâmica. A intervenção de Israel e da Síria no Líbano, uma guerra brutal entre o Irã e o Iraque (1980-1988) e a guerra do Golfo Pérsico são os acontecimentos de maior destaque. Ressurgiram os grupos islamitas ou fundamentalistas islâmicos.

As nações industrializadas continuaram dependendo, em grande parte, do petróleo do Oriente Próximo, o que deu à região um papel primordial na economia mundial. Em 1993, Yitzhak Rabin e Yasser Arafat assinaram um acordo de paz, que facilitou o auto-governo limitado palestino na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Para entender melhor:

O Conflito em Família no Oriente Médio

Bibliografia: Enciclopédia Microsoft Encarta 99 e Sites da Internet.

Elaboração: Irmão Antonio Cruz / MIBE

Atenção: Note que a matéria exposta aqui sobre Israel é fruto de pesquisa de enciclopédias e sites da internet, portanto, querendo aprofundar corretamente no assunto sobre Israel, sempre leia a Bíblia Sagrada, freqüente a Escola Bíblica Dominical (e/ou Seminário) e podendo também visite o site Beth-Shalom: http://www.beth-shalom.com.br

 

 

 

O Verbo - Notícias Cristãs

 

_____________________________________________________________________________

UMADMIBE - UJAMIBE - UVADMIBE - UIADMIBE - UFADMIBE

Coral "A Voz do Amor" - Cantata de Natal - Dia de Finados - Assembléia de Deus

Bíblia Pentecostal CPAD - Nosso Credo - CPAD - CGADB - Harpa Cristã

 

 Imprima esta página